quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Uma onda vermelha toma conta das ruas do Brasil: Dilma, coração valente, a presidenta dos de baixo, conquista milhões na reta final da campanha. Nem as pesquisas conseguem esconder



Uma onda vermelha toma conta das ruas do Brasil: Dilma, coração valente, a presidenta dos de baixo, conquista milhões na reta final da campanha. Nem as pesquisas conseguem esconder






Na reta final de campanha, faltando apenas três dias para as eleições, Dilma conquista o coração de milhões de pessoas em todo o Brasil. Por várias cidades do país, milhares de pessoas saíram em passeatas e em alegres desfiles para manifestarem seu apoio à candidata Dilma Rousseff. Enquanto isso, o candidato tucano encolhe. Na TV, ele procura se fazer de vítima para tentar sensibilizar os desavisados, tal como fez Marina Silva no primeiro turno das eleições. Mas, o povo não é bobo. Está derrotando a mídia golpista, que apostou no fracasso dos governos Lula e Dilma, que fez campanha contra o governo Dilma 24 horas por dia durante os 365 dias do ano. Mas, Dilma tem o apoio do povo, da gente simples que percebeu importantes avanços nos últimos 12 anos. E não quer retroceder.

Da parte do candidato da direita e das elites, muito ódio, rancor, agressão e preconceitos. Fizeram uma campanha raivosa, com dedo em riste contra a nossa presidenta e contra Luciana Genro - duas mulheres valentes, que orgulham o Brasil.

Na verdade, o candidato dos tucanos não tem propostas novas para o povo brasileiro. Diz que vai continuar os programas sociais dos governos Lula e Dilma. E quando tentou diferenciar, o candidato e seu indicado para ministro da Fazenda Armínio Fraga disseram que era preciso tomar medidas impopulares; detonaram a Petrobras e os bancos públicos; detonaram a política externa brasileira, numa clara indicação de que, caso fossem eleitos, colocariam o Brasil novamente na condição de colônia dos EUA, dos países ricos da Europa, e dos seus grupos de rapina.

O Brasil não quer essa gente de volta ao poder federal. Não quer saber de recessão, de choque de gestão em forma de cortes de direitos trabalhistas, salários arrochados, desemprego em massa, tribunais funcionando como autarquias do governo e mídia golpista totalmente subserviente aos tucanos nos governos. Não. O Brasil não merece isso!

Por isso, o crescimento da candidatura Dilma na reta final da campanha eleitoral tem um significado muito importante. Principalmente porque desta vez o enfrentamento entre os dois projetos forçou uma maior politização. A luta e os interesses de classe não foram jogados para debaixo do tapete. Com isso, a candidatura Dilma cresceu. 

Contudo, este crescimento não pode provocar a acomodação dos apoiadores e da militância. Pelo contrário. Mais do que nunca, é preciso colocar os blocos nas ruas. Encher as praças e as ruas de apoiadores. Ocupar as redes sociais com apoios e discussões maduras, não permitindo que a baixaria, tão comum aos apoiadores do outro campo, prospere.

As pesquisas já colocam Dilma oito pontos à frente do seu oponente. É muita coisa, e se nada de novo acontecer até o dia 26, esta diferença deve aumentar. Além disso, os dados da conjuntura econômica favorecem a candidata Dilma. Hoje mesmo foi divulgado pelo IBGE o índice de desemprego do mês de setembro: 4,9%, a menor taxa desde 2002. Caiu também o índice de inadimplência e de devedores.

Se fizermos um retrospecto dos últimos 20 anos - oito dos tucanos e 12 do PT no governo federal - veremos que todos os índices favorecem ao governo do PT: as menores taxas de desemprego, os maiores aumentos reais de salários, os melhores e mais abrangentes programas sociais de proteção à população mais pobre, além da política externa não alinhada ao imperialismo norte-americano.

Nos últimos 12 anos o Brasil experimentou várias conquistas, através de programas como: Bolsa Família, Luz para todos, Mais Médicos, Pronatec, Ciência sem fronteiras, políticas de cotas, Prouni, Fies ampliado, Enem aprimorado, apoio à agricultura familiar, entre muitos outros. 

Como resultado desses programas e dos investimentos em obras de infraestrutura, o Brasil experimentou grandes mudanças, consolidando um forte mercado consumidor interno, que foi capaz de blindar o país contra as crises internacionais. Enquanto na era FHC (dos tucanos) o Brasil quebrou três vezes e vivia de pires nas mãos mendigando empréstimos ao FMI, agora não. Nas crises externas o Brasil continua gerando milhões de empregos, não deve nada ao FMI e ainda consegue articular a criação de um banco internacional com os países dos BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul).

O Brasil não pode mudar para pior - o pior, neste caso, representado pelo candidato dos tucanos, porta-voz de interesses das elites que sempre sugaram os de baixo. O povo brasileiro, mais uma vez, percebeu isso, apesar de toda a propaganda enganosa de uma mídia criminosa, que precisa urgentemente deixar de existir. O Brasil não pode mais aceitar este monopólio da mídia nas mãos de poucas famílias. Principalmente rádios e TVs, que são concessões públicas e deveriam estar sob o controle da maioria da população brasileira. Que haja rádios e TVs privadas, tudo bem. Mas, a maior parte, inclusive da publicidade governamental, tem que ser direcionada para um projeto de comunicação social autônomo, controlado pelos de baixo.

Faltam três dias para as eleições. Alguns perigos ainda rondam o cenário da disputa eleitoral. Um deles, o debate da Globo, que historicamente foi usado pela emissora para favorecer o candidato das elites. Lula perdeu as eleições para Collor em 1989 praticamente entre o debate e as produções jornalísticas manipuladoras que a Globo realizou em favor do seu candidato.

Por isso é preciso estar atento e não permitir que novos golpes sejam produzidos na última hora. Até mesmo o processo de apuração da urnas eletrônicas deve ser visto com reserva e todo cuidado. Não dá para acreditar nos tribunais brasileiros. Estamos diante de forças muito poderosas, que envolvem interesses fortíssimos, e com muita grana, e de olho no nosso pré-sal e no orçamento cada vez maior da União.

Mas, fato é que as ruas estão tomadas pelas ondas, ou melhor, por um mar inteiro de apoiadores de Dilma. Um bonito mar de vermelho, que cobre o Brasil e torna a vitória da nossa presidenta Dilma cada vez próxima da realidade. Dilma, mulher de coragem, que enfrentou a ditadura, enfrentou a mídia golpista e está vencendo o candidato das elites. Dilma, 13, coração valente, para continuar defendendo os interesses da maioria do povo brasileiro. E que venham novas conquistas! E que os de baixo, cada vez mais politizados, assumam de vez o seu protagonismo e conquistem, nas lutas, seus (nossos) direitos!

Um forte abraço a todos e força na luta! Até a nossa vitória!

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